sábado, 25 de fevereiro de 2017

o cara gosta de ser juiz até no sexo haha / confissão


Me apresento, sou um juiz do estado de São Paulo e tempo atrás publiquei um anuncio dizendo que gostava de punir mulheres. Aceitava também casais, a condição que o homem fosse simplesmente um espectador e me deixasse punir sua companheira sem interferir.
Me responde um casal de Osasco, Pedro e Marcela (nomes de fantasia), ambos com cerca de 40 anos. Após vários intercâmbios de e-mails, mensagens e ligações combinamos para nos encontrar na Estação da Luz, na plataforma 1. Ele é alto, cabelos longos presos em um rabo de cavalo, ela é morena, cabelos longos e seios abundantes, uma bunda bonita e um corpo sarado, em breve, uma gata.
Após o conhecimento mútuo, em uma mesa de um bar, nos movemos para um meu apartamento não muito longe, que eu uso para esse tipo de encontros. O jogo foi decidido, Pedro quer que Marcela seja julgada pelo comportamento infiel e eu serei o juiz.
Uma palmatoria de couro
A palmatoria usada para punir a esposa infiel.
Marcela é convidada a se posicionar no centro da sala. Veste uma saia azul apertada e uma blusa branca, dois belos seios aparecem, meias-calças, calcinhas tipo “fio dental”. Após a perquisição obrigatória, apalpamentos e introdução dos dedos, com luva, nas duas aberturas dela, a imputada é posicionada na frente de uma mesa com duas cadeiras e Pedro me apresenta uma carta de que eu e Marcela desconhecemos o conteúdo.
Marcela de pé, com as mãos atrás das costas, ouvindo atentamente as acusações. Se fala de queixas domésticas, cenas absurdas de ciúme e obrigações sexuais não satisfatórias, tudo em detalhes. Além disso, Pedro descobriu no seu telefone celular mensagem que sugerem inequivocamente uma traição.
Marcela tenta replicar, mas é proibido e, portanto, vem a ordem: imputada, mostre sua bunda! Marcela levanta a saia e baixa suas calcinhas, inclina-se sobre o encosto da cadeira e recebe seis palmadas, assim, uma para cada interrupção.
Peço então para ela para se defender das acusações, apalpando seus seios, tocando sua bunda e brincando com sua bucetinha. Pedro no entretanto está se masturbando.
Eu ordeno a Marcela de ajoelhar-se em outro quarto enquanto eu e Pedro discutimos a decisão…. Chamo a esposa infiel de volta e leio o julgamento, Marcela tenta revidar, mas eu ordeno… imputada, prepare sua bunda! E ela recebe uma dupla ração de palmadas.
A decisão do juiz
Marcela receberá uma boa dose de palmadas por mim e por Pedro e 50 golpes nas nádegas com a palmatoria de couro antes do almoço, mais outros 50 após o almoço.
Convidada a comparecer nua diante de nós, Marcela recebe a ração de palmadas, curvada sobre o encosto da cadeira, e os 50 golpes na bunda com uma palmatória de couro….
Pedro sugere de almoçar em um restaurante italiano aí perto, um lugar tranquilo. Marcela é mandada se vestir, mas sem calcinhas. A bunda deve ficar nua pois a punição ainda não terminou.
Marcela, enquanto almoçamos, talvez porque sua bunda estava ardendo ou talvez pela emoção, derrama um pouco de vinho na toalha da mesa, é repreendida, à convido para ir ao banheiro e não fechar, depois de alguns minutos eu mesmo vou no banheiro feminino e tranco a porta. Mando ela se ajoelhar na tampa do vaso sanitário, levantar sua saia, as mãos na cabeça, e lhe dou doze palmadas em suas nádegas com a palma da minha mão bem aberta… imediatamente após anúncio que vou servir sua sobremesa. Ordeno ela se virar e sentar no vaso, abrir minhas calças e pegar meu pau tudo na boca. Agarro sua cabeça e começo a move-la para frente e para trás, obrigando-a a pagar um boquete bem gostoso até encher sua boca com minha porra. Mando ela lamber meu cacete, limpar tudo direitinho até a última gotinha de esperma e engolir tudo.
Bunda vermelha após uma punição
A bunda da esposa infiel após a punição.
Voltamos para a mesa e Marcela é obrigada a contar para o marido tudo o que aconteceu no banheiro. Em seguida, em casa termina a execução da sentença. Marcela é mandada inclinar-se sobre a mesa, bunda para cima, pronta para receber a segunda dose de palmatoria. Ela tem que contar os golpes e a cada um dizer “Obrigado senhor, eu mereci. Por favor me dá outro”. Se errar, tudo recomeça desde o início. Azar dela, errou duas vezes. Em total apanhou mais de 100 golpes de palmatoria.
O marido dela estava assistindo sentado em uma cadeira, excitado e de pau duro, se masturbando de novo. Quando percebi que estava perto de gozar, pedi para ele de gozar na cara da condenada.
Como lembrança do dia ficaram comigo as calcinhas de Marcela, que exijo como penhor.
Espero que este conto tenha despertado seu desejo para uma aventura erótica diferente. Se você, gata, ficou com tesão e deseja fazer a experiência de ser punida, ou se alguém quer assistir à punição da sua mulher, é só entrar em contato. Fico a disposição.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Recebi alguns e-mails falando que eu seria processado!?!?!?!?!?

Bom dia pessoal, tudo bom com vcs?
Tenho o blog a mais de 1.5 anos e não é a primeira vez que eu recebo ameaças de "cornos de verdade" dizendo que eu influenciei a própria esposa a trair ele.

A questão é a seguinte: quem segue o blog desde o incio ou próximo ao inicio sabe que somos em 4 pessoas (2 casais) que administram isso aqui. Porém eu assumo a responsabilidade de que somente eu (um dos meninos), tenho fetiche por sangue ou por dor ao extremo, pra quem conhece, isso está dentro do sadomasoquismo e é comum, somente em alguns casos pode sim ser um exagero, mas nada acontece sem que ambos estejam de acordo.

No wordpress do cantinhodaeve temos a seguinte definição: 

"Blood play, ou prática com sangue, pode ter vários tipos de técnicas: cutting (cortes), needle play (agulhas), mordidas, spanking, piercing e vampirismo. Apesar de ser uma práticia desejada por muitas pessoas, já praticantes ou não, o blood play deve ser considerado uma das práticas mais perigosas do BDSM já que pode ser tão intenso a causar a morte.
Se você não é masoquista ou sádico provavelmente não vai gostar do blood play, mas, se é, vai se viciar em apenas uma sessão."


É normal que algumas pessoas sintam tesão em ver um casal morrendo e/ou sofrendo!

Mas o ponto que quero chegar é: Processo não vai levar a lugar nenhum, a pratica "BLOOD PLAY" já é conhecida por muitos e existem casais que estão totalmente dispostos a tais praticas.



Ao lado direito do blog, clique em "SANGUE" que você vai ver outras postagens antigas com o mesmo intuito. Postagens com SANGUE ou BDSM até que são frequentes aqui, mas não são frequentes postagens ao extremo, só que também não são inexistente. Meu intuito não é fazer ninguém sair por ai matando ou ferindo alguém. 

Qualquer duvida entre em contato!

Feliz feriado!

sexocorno@Gmail.com

Casei-me pela terceira vez, sou mais velho, tenho 43 anos, minha esposa é novinha, tem 21 anos, magrinha...


A conheci qdo eu era seu professor na faculdade. Começamos a namorar escondidos e logo fui soltando minhas fantasias com ela. Dizia-lhe q uma das minhas maiores fantasias era ter uma esposa que gostasse de fazer surubas e gang bang... No início ela estranhou, mas disse que quando nos casássemos ela realizaria meus desejos. 

O nome dela é Juliana e o meu Geraldo. Fomos, apás a cerimonia, passar a lua de mel em Fortaleza. Na primeira noite ela então me disse: "Amor, você quer que eu comece a dar para vários homens já na lua de mel?" Eu respondi: "Ah, meu bem, ia adorar, mas como vamos fazer isso já?", Ela então disse: "É fácil, é sá eu botar uma roupinha bem safadinha, tipo uma micro-saia e uma calcinha enfiada no rabo, uma blusinha baby look sem sutiã e andar pelo calçadão, tenho certeza que logo arrumo meia dúzia de garotos tarados!". Então mais que depressa aprovei, ela colocou uma microssaia branca que dava para ver metade da bunda, uma calcinha preta minúscula e uma blusinha semitransparente e para completar uma bolsinha a tira-colo para ficar parecendo mais puta, um batom forte vermelho e foi andar no calçadão. Eu ficava a uma certa distância observando suas ações. Logo parou um carro com 4 rapazes em torno dos vinte anos e começaram a mexer com ela, minha esposa rebolava e mandava beijinhos para eles. Eles se interessaram, o que dirigia o carro perguntou quanto era o programa e se ela topava fazer com os 4. Então ela respondeu: "Garotos, de fato não sou puta assim tradicional, na verdade sou casada e meu marido tem uma tara de me ver fazendo gang bang e eu quero realizar o desejo dele, aliás ele está aqui perto me observando, vocês topam? a gente vai num hotel e vocês podem me foder a noite toda!" Os caras pareciam não acreditar e ficavam olhando para os lados me procurando. Então minha esposa apontou para onde eu estava e fez um sinal para que eu me aproximasse. Um dos rapazes logo disse: "Vamos aí cornão, vamos arregaçar a buceta da sua mulher! Você quer?". Logo respondi: "Adoraria ver essa putinha levando rola de tudo que é jeito!". Entramos no carro e fomos logo para um hotelzinho fuleiro ali perto, no caminho os rapazes já iam bulinando minha mulher e ela, que adora falar palavrões e sacanagens já ia dizendo: "Quero levar duas rolas na buceta, quero chupar dois paus de uma vez sá! Hoje quero me sentir uma puta vagabunda pistoleira!"

No quarto do hotel, Juliana foi logo sendo envolvida pelos quatro rapazes, ela se agachou e foi chupando os paus dos rapazes. Eu sentado numa poltrona ao lado da cama ia me masturbando suavemente para não gozar logo, mas estava sentindo muito tesão vendo Juliana minha esposa naquela orgia. Um dos rapazes, de nome Marcelão, moreno, alto, forte, começou a meter na buceta de Juliana, que estava de quatro, sua posição preferida, ao mesmo tempo que se alternava em chupar três paus. Depois um desses três rapazes se posicionou por debaixo dela e começou a meter também na buceta de minha mulherzinha putinha querida. Eram dois cacetes na sua xana e ela gemia e falava: "Ai que delícia, tô lotada! Minha buceta tá cheia de caralho, ai que gostoso! Quero mais! Fode! Me fode!", mas ela nem conseguia falar direito pois os outros dois rapazes faziam ela ficar mamando a vara deles. Depois mudaram de posição, minha mulher ficou naquela posição de franguinha safada, um dos caras ficou por baixo, de nome Romildo, branquelo, magro, mas que tinha um cacete comprido enorme, ia metendo no rabo da minha mulherzinha que dizia: "Ai que tesão! Como é bom levar uma vara dessas no cu! Olha meu maridinho corno, to sendo enrabada, to ficando com o cu arrombado!" O outro rapaz, que não lembro bem o nome, acho que era Everaldo, era o mais velho deles e o que dirigia o carro, foi por cima de Juliana fodendo sua buceta. O Marcelão e o quarto rapaz agora ia fazendo ela punhetá-los e chupar seus paus. Depois de mais de uma hora de foda contínua eles pararam depois de gozar na boca de minha esposa que ficou cheinha de porra. Eles combinaram de descansar um pouco e depois iriam para a banheira. Então minha esposa se levantou, veio até mim. Eu já tinha gozado duas vezes vendo tudo aquilo e ainda batia uma terceira punheta. Ela se aproximou e disse "Quer me beijar, bem gostoso, beijo de língua". A beijei, minha esposa estava com a boca cheia de porra, beijei-a até sugar toda aquela porra. Fiquei num puta tesão e comecei a foder a safada que dizia: "Vai meu corno, come sua puta vagabunda!". 

Já na banheira ela sentou-se entre os rapazes que se ensaboavam cada um a um canto da banheira que era grande. Não demorou ela começou a alisar, ensaboar e chupar os paus de todos eles. Logo tudo se repetiu nas posições e os quatro foderam minha esposa na banheira, a água caía para fora da banheira em jorros, pois toda aquela agitação de pernas, braços na banheira fazia ondas contínuas. Minha Juliana gritava: "Ai que gostoso ser puta arrombada! A partir de hoje vou dar pra todo mundo! Quero é levar muita rola nessa vida!"

Depois que tudo terminou, os rapazes se vestiram, se despediram de minha esposa e de mim, dizendo que quando precisasse eles estariam ali para me ajudar a apagar o fogo da vagabunda e que eu tinha sorte de ter uma mulher muito gostosa...Deixaram telefone.

Depois, quando chegamos ao nosso hotel onde estávamos hospedados, dormimos já cansados. No meio da madrugada acordo com minha esposa chupando meu pau. Eu disse: "Sua taradinha! Você continua com tesão?" E ela me disse; "Ai amor, não consigo parar de pensar em tudo o que aconteceu...Foi tão gostoso, a partir de hoje você vai arrumar machos para me comer? Vai?" Eu respondi que todos os que eu pudesse...Ela sorriu e voltar a chupar minha rola.

E eu feliz por ter encontrado a mulher dos meus sonhos.