domingo, 30 de agosto de 2015

Conto - comedor domina a puta e a puta o corno

CONTO - Você é meu noivo, mas meu dono agora é ele!
Acho que tenho algum problema. Sempre gostei de me sentir humilhada, mas por toda minha vida sempre arrumei namorados bonzinhos. Mas só sinto tesão quando estou em situações de humilhação ou quando estou humilhando alguém.
Meu nome é Sophia, tenho 23 anos, sou branca, cabelos castanhos e olhos claros. Sou muito bonita e gostosa.
Meu conto é sobre meu relacionamento com meu noivo (Bruno, 27) e com meu amigo (Rodrigo, 25).
Bruno é um santo. A única coisa que gosta de fazer é jogar futebol com os amigos no fim de semana, onde também joga Rodrigo. Quando fazemos sexo é só no estilo papai e mamãe. Totalmente sem sal. Bom, minha história começa quando vi meu amigo Rodrigo chamando a namorada dele de estúpida na frente de todo mundo e terminando com ela. Fiquei molhadinha quando vi a cena, mas não contei nada sobre isso para Bruno, que na época já era meu noivo. Algo mudou dentro de mim quando vi aquela cena. Todas as semanas eu vou a quadra  para assistir os jogos dos dois e, inconscientemente , nas semanas seguintes ao termino do namoro do Rodrigo, comecei a flertar com ele. Olhar de outro jeito, até que um belo dia ele reparou. Ele chegou para mim no intervalo do jogo e disse: _Tá me olhando muito Sophia. Quer alguma coisa?
Eu sorri e fiz que não com a cabeça, mas comecei um processo de encarar cada vez mais. Rodrigo elogiava meu vestido, meus pés (ele tem fetiche por pés), meu sorriso.
Bruno, nem de perto percebia que eu passei a ir nos jogos com saias mais curtas e mais perfumada. E cada vez mais Rodrigo se aproximava de mim, puxando assunto. Diferentemente de Bruno ele é muito direto. Num belo fim de semana, ele disse: _Você tá muito gostosa. O Brunão tá passando bem. Dessa vez, eu soltei a frase: _Pena que parece que ele não gosta do que tem.
E ele respondeu: _Olha, se fosse minha, eu tratava do jeito que merece. A começar por esses pésinhos lindos. Nas semanas seguintes, as inderetas passaram a ser mais diretas. Sempre que eu ia embora com o Bruno, fazia questão de olhar para trás e mandar um beijinho para o Rodrigo. Fazendo o possível para o Bruno perceber. Eu queria que ele percebesse. Num outro fim de semana, fui com uma minissaia bem sexy. Sentei na arquibancada e notei o Rodrigo tentando ver minha calcinha. Quando ele veio falar comigo, eu disse: _Quer alguma coisa docinho? Ele respondeu: _Deixa eu pensar. Bom... Quero sua calcinha. Ou dar um beijo nesse pésinho lindo. Eu ri e respondi: _Te dou minha calcinha, se você fizer um gol hoje. O Rodrigo não é o craque do time, mas naquele dia ele fez um gol no finalzinho do jogo. Na hora ele já olhou para mim. Quando Bruno me pegou na arquibancada, olhei para o Rodrigo e disse: _Você deixou sua carteira cair no chão. Eu coloquei ela de volta na sua mala.
Ele sorriu de forma maliciosa e disse: _Obrigado lindinha.
Bruno estranhou o fato dele me chamar de "lindinha". Somos amigos a muito tempo, mas nunca havíamos tido intimidades antes. Fui embora sem calcinha, e o Bruno, para variar, nem percebeu. A semanas começavam a se tornar cada vez mais longas, e eu ficava esperando aquele jogo de sedução.
Recebi uma mensagem no celular, dizendo: _Muito cheirosa. Vá sem calcinha no próximo jogo.
Estremeci só de ler a mensagem. Apaguei na hora.
No domingo, obedeci o pedido. Logo que chegamos na quadra, Bruno foi para o vestiário e o Rodrigo veio em minha direção, como um tigre. Tirou de dentro da sunga minha calcinha e disse ao meu ouvido: _Toma, pode vestir. Está gozada.
Por fora eu estava surpresa e aterrorizada, mas por dentro eu não podia me conter. Estava me sentido uma vagabunda. Tinham outras pessoas próximas a nós e eu fique com vergonha. Eu disse baixinho: _Seu tarado.
Bruno apareceu, cumprimentou o Rodrigo, e foram para o jogo.
Minha calcinha estava mesmo melada. Eu estava ensopada de tesão. Fui para o banheiro e vesti a calcinha. Esfreguei ela na minha vagina. Senti o cheiro daquela porra. Me senti totalmente suja. Fiquei com nojo de mim mesma, mas me senti incrivelmente saciada.
No final jogo, Rodrigo passou por mim e disse: _Gostou putinha? Não respondi. Quando Bruno apareceu, dei um beijo nele e fomos embora. Fiz de tudo para ele transar comigo naquela tarde, mas ele estava cansado por causa do jogo.
Durante a semana resolvi escrever para o Rodrigo. Disse que queria encontrá-lo pra gente conversar sobre o que estava acontecendo. Recebi a mensagem: _Sophia, você é namorada do Bruno. Se quiser ser minha puta, é só fazer o que eu mando. Ele é muito direto. Eu fico desconcertada. Nos jogos seguintes, ele sempre dava um jeito de chegar no meu ouvido e dizer alguma coisa. As vezes me chama de piranha, as vezes de linda, as vezes de vagabunda, etc. Resolveu dar um passo a mais. Faltou no jogo e foi até a quadra para me buscar depois do inicio do jogo. Fomos até o carro dele, e ele me mandou fazer um boquete. Eu chupei aquele pau cheiroso até que ele disse que queria gozar na minha boca. Eu nunca tinha tomado porra.
Ele disse: _Eu quero que você fique com a boca bem melada para depois beijar o seu corninho.
Eu já estava totalmente apaixonada por ele. Ele gozou bem gostoso. Eu acabei cuspindo tudo no chão. Ele tirou minha calcinha, limpou minha cara com ela, limpou o pau dele, e por último me levou ao orgasmo lambendo minha vagina. Ele disse: _Gostou piranha? Agora veste essa calcinha suja e vai lá assistir seu corninho jogando bola. De um beijinho nele.  Naquele dia, o Bruno brigou comigo. Ele percebeu que eu tinha saído da quadra. Eu tive que mentir dizendo que tinha sentido dor de barriga. Dei um beijinho nele com gosto de porra, mas ele não percebeu. Eu queria que ele percebesse, que me chamasse de vadia, que me desse um tapa. Mas ele era um anjo. Fui para casa, cheirando porra de um verdadeiro macho novamente.
Eu já não aguentava mais. Bem ou mal, todo o sexo até o momento tinha sido psicológico. Cada vez mais eu sentia a necessidade de ser maltratada. Queria ser usada por aquele macho. Queria sentir o pau dele. Novamente escrevi para o Rodrigo durante a semana, dizendo que estava precisando dele. Ele respondeu: _Oi vadia, pede para o seu corninho te trazer aqui na minha casa. Eu quero te comer. Venha as 19hs, sem calcinha. Não sei se você toma anti-concepcional, mas tome antes de vir, porque eu não gosto de usar camisinha.
Felizmente naquele dia Bruno estava trabalhando em casa. Aproveitei que Rodrigo é analista de sistemas e disse: _Amor, eu preciso ir na casa do Rodrigo, para ele me ajudar a resolver um problema no site da loja do meu pai. Chegamos na casa do Rodrigo e ele me recebeu com um abraço apertado. Deu um aperto de mão no Bruno e disse que iria ajudar a noivinha dele. Mal o Bruno virou as costas, e o Rodrigo já tinha enfiado a mão debaixo da minha saia. Foi me esfregando até entrar na casa dele. Nunca transei tanto. Gozei de todas as formas possíveis e imagináveis. Ele gozou na minha vagina, na minha boca, me fez engolir, fiz pela primeira vez sexo anal. No final, ele olhou pra mim, cuspiu na minha cara e me deu um tapa. Me disse: _Agora você é minha puta. Sempre que eu quiser, vou te chamar e você vem. Agora ligue para o corno vir te buscar. Liguei e enquanto esperávamos, o Rodrigo não deixou eu me limpar. Queria que eu fosse embora cheirando sexo. Quando o Bruno chegou, o Rodrigo abriu a porta e disse: _Cara, valeu. Pode levar. Até mais.
O Bruno não soube o que responder, entrei no carro de cabeça baixa. Ele percebeu que eu estava acabada e que havia algo errado. E eu resolvi dizer:
_Olha amor. Eu seu uma puta. Fiz sexo com o Rodrigo.
O Bruno olhou pra mim já chorando, viu meu estado, viu que era verdade. Perguntou por quê? Perguntou se era verdade mesmo. Caiu em prantos e nem conseguiu dar partida no carro.
Desceu do carro e foi tirar satisfação com o Rodrigo. Ele abriu a porta e disse: _Olha mano. Vocês são meus amigos. Gosto de vocês, mas na boa cara. Você não tava dando conta da gata que a Sophia é. Ela é mulher pra caralho. Precisa de sexo. Você é um broxa. Bruno só consegui dizer: _Cara, por que eu? Por que comigo?
Eu já chorava ao ver a situação que eu tinha causado. Eu gostava da humilhação, mas não queria o mal do Bruno. O Rodrigo disse então: _Velho. Eu comi sua mina de todas as formas. Gozei nela. Gozei na cara dela. Ela é uma puta. Sophia, vem aqui. Eu desci do carro e cheguei perto deles na calçada. E então o Rodrigo perguntou: _Vadia, eu quero te comer sempre. Você quer que eu te coma?
Voltei a ficar com tesão. Olhei para o meu noivo que ainda não tinha entendido nada e disse: _Amor. Eu sou uma puta agora. Sou puta desse macho. Desculpe. Se quiser terminar comigo eu vou entender. Eu te amo, mas eu gosto do jeito que ele me trata. Bruno chorando, disse que me amava demais. Que eu era a vida dele. Nesse momento o Rodrigo voltou-se para dentro de casa e me chamou. Chamou também o Bruno. Quando entramos, ele fechou a porta e disse:
_Bruno, deixa de ser corno. Termina com essa piranha. Sophia, você é minha puta. Se quiser casar com esse corno, case, mas você é minha vadia. Me pegou pelo braço e cuspiu na minha cara.
Eu não aguentava mais de tesão. Rodrigo olhou para o Bruno e disse: _Quer comer a vadia? Quer comer a minha puta? Fala corno...
Bruno não conseguia nem me olhar, nem olhar para o Rodrigo. Não reagia. Rodrigo abaixou a calça e o pênis dele estava rígido e ainda sujo de porra. _Vadia, meu pau tá sujo. Já que esse corno não te levou embora ainda e não quer te comer, limpe meu pau. Limpei aquele cacete gostoso na frente do meu noivo. Mais uma vez Rodrigo disse: _Quer come minha puta, seu corno? Quer cuspir na vadia que é sua noiva? _Sophia, da um beijo no seu noivo. Ele não vai ter coragem de terminar o noivado. Nessa hora eu já não ligava mais a mínima para meu noivo. Eu queria apenas ser a puta que eu havia me transformado. Dei um beijo no rosto do Bruno e esfreguei minha cara pra ele sentir o meu cheio.
O Rodrigo me pegou por trás e me fez ficar olhado para o Bruno. Me comeu novamente e disse: _Olha corno, olha como a vadia gosta de macho. Olha lá vadia. O pauzinho dele está duro. De que pau você gosta mais?
Eu respondi com tesão: _Gosto só do seu pau Ro. É muito mais duro do que o do Bruno. Rodrigo disse: _Seu corno, vou gozar aqui na bocetinha da sua sua noiva. Depois dê um bom banho na vadia.
Bruno chorava e então eu disse: _Fica tranquilo amor. Eu tomei remedinho pra não engravidar. _Vadia, olha pro seu corno enquanto eu rego seu útero. Se você engravidar, esse corninho aí é que vai criar a criança. Rodrigo deu uma gozada ainda maior do que tinha feito na parte da tarde.
Terminamos, ele levantou e falou: _Pode levar a vagabunda embora corno. Sophia, me liga depois pra gente combinar a próxima. Nessa hora, percebi que Bruno ainda estava perdido com tanta humilhação. Peguei a mão dele e saímos da casa do Rodrigo.
Eu disse para o Bruno: _Amor, eu vou entender se quiser terminar. Você é meu noivo, mas meu dono agora é ele. Esse foi só o começo. Esse homem me domina e eu domino o meu corno.

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