quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Conto erotico BDSM - perdendo virgindade de modo selvagem!

Oi, meu nome é Daiane, tenho 19 anos, sou alta, quase 1,80m, olhos verdes e cabelos encaracolados e loiros vivos. Estudo no ensino médio e faço o terceiro ano. Estou aqui para contar em detalhes tudo que aconteceu e está acontecendo comigo desde que conheci Rafael, namorado de minha melhor amiga. Ele tem 23 anos e é muito alto, têm 2 metros, minha amiga tinha começado a namorá-lo fazia pouco tempo, mas o relacionamento já tinha aumentado de nível, eles já mantinham relações.
Eu sempre fui reservada, cresci com a concepção cristã de me guarda ao meu marido, ao príncipe encantado por assim dizer. Não havia tido muitos namorados, na verdade tive apenas um e fiquei com ele dois anos mas fui traída justamente por minha escolha de não ceder antes do casamento. Fiquei triste mas passou.
Era final do ano, as nossas provas iam começar e tínhamos trabalho até o reveion. Naquele dia marquei com minha amiga para irmos fazer um trabalho na casa dela, só que ela tinha de estar com o namorado às sete, eles tinham uma programação especial e não poderiam se atrasar então para tornar as coisas cômodas para ela. Estudaríamos das 9 da manhã até as 18h30min. Vesti-me normal como sempre me visto uma saia, não tão comprida e nem tão curta, uma blusa de malha fina verde, um casaco rosa, pois moramos em São Paulo e faz muito frio nessa época. Sapatos de detalhes brilhantes e meus adereços, um cordão banhado a ouro que ganhei de minha avó, brincos, pulseira e tornozeleira.
A casa dele ficava numa parte afastada da cidade, um lugar que não era perigoso tão pouco se isentava de violência. Cheguei à frente e descobri se tratar de um apartamento num condomínio simples. Nada muito aspirante. Perguntei na portaria onde era o prédio de Rafael e fui informada que era no 4ª andar, subi as escadas. Não havia muitas pessoas circulando por ali. Bati a porta umas três vezes antes de ele abrir e me convidar a entrar. Perguntei por minha amiga e ele respondeu que ainda não tinha chego. Depois se retirou, foi até a sua cozinha, que não era muito longe, na verdade a casa era pequena, havia a sala que também funcionava como quarto, uma cozinha e o banheiro. A cama dele ficava encostada num canto, havia uma mesa enorme no centro. Trouxe uma cerveja em lata, me ofereceu só que não bebo.
Deixei minhas coisas em cima do sofá. Ele ligou o som alto, bem alto. Fiquei incomodada mas não falei nada, tentei estudar e adiantar um pouco o trabalho enquanto minha amiga não chegava. Rafael ficou sentado bem perto de onde estava ouvindo o som, de vez em quando eu olhava pra trás e me sentia comida com os olhos. Já estranhava a demora de minha amiga, deu 10h30min e nada. Olhei pra ele e comentei.
__ A Mônica está demorando!
__ Tá sim - ele respondeu e sorriu ao mesmo tempo.
Encarei aquilo como normal e corriqueiro, alguma coisa em mim dizia que ele ainda estava me comendo com os olhos. Começou a me dar sede e pedi um pouco de água pra ele. Prontamente fui servida. Tomei tudo e como estava com bastante sede pedi mais, ele pegou mais uma vez e quando estava terminando de tomar comecei a ficar com sono, meus olhos pesaram, esfreguei-os e quando voltei a abrir levei uma tapa forte na cara. Não tive ação, somente fui pra trás e cai sobre a mesa, espalhando meus livros.
Não sei o quanto dormir mas quando acordei tinha fome, e estava amarrada pois apesar de ter ficado com os olhos turvos por algum motivo que desconhecia, quando tentei me movimentar não pude. Logo senti as cordas apertadas sobre minhas mãos. Abri meus olhos e estava completamente nua. Entre minhas pernas tinha um cabo de vassoura que me forçava a ficar com as pernas inconvenientemente abertas. Quando levantei o rosto Rafael estava em minha frente, nu e com uma cerveja nas mãos olhando para mim. Nervosa tentei me movimentar e nada.
__ O que você está fazendo?
__ Não resisti, você tão gostosa na minha casa.
__ Me Solta agora! - gritei com ele. Fui respondida com um tapa na cara que balançou todo meu corpo.
__ Cala a boca, tu vais me servi em tudo que eu quiser.
__ Socorro. Socor...
Levei outra tapa na cara antes dele colocar uma enorme bola em minha boca. Fiquei com os lábios totalmente abertos, meu queixo doía de tão grande que era aquilo. Meus gritos eram totalmente suprimidos com aquilo na minha boca e também pelo som alto. Ele me rodeou, ergueu minha face pelo queixo e pode ver meu rosto em lágrimas. Cuspiu na minha cara e foi pra trás de mim, tentei me virar para mantê-lo em meu campo de vista mas não pude.
__ Você se acha uma puta esperta que nem a Mônica não é?
__ Hum, hum...
__ Se está esperando que ela venha te salvar estás muito enganada. Ela não vem!
Eu não podia responder, ele começou com um cinto bater na minha bunda e nas minhas costas. Seu cinto era tão pesado quanto sua mão. Deixava-me mais e mais ardida a cada lapada. Já chorava muito quando ele parou, passou mão pela minha bunda para avaliar os vergalhões deixado em meu corpo. Depois foi para a cozinha. Eu não parava de chorar e tentar me soltar. Ele voltou de lá trazendo uma cenoura bem grande, um pepino e uma banana. Saiu foi a porta. Eu não pude escutar mas depois vi entrar mais um homem, tinha menos corpo que o Rafael, era mais baixo também.
__ Foi por esta vagabunda que me ligaste e me fizeste vir lá da casa do caralho até aqui?
__ Por que? Não gostaste?
__ Eu te mataria se não me chamasse.
O outro se aproximou e também alisou minha bunda.
__ Olha só que buraquinho lindo. E estes vergalhões estão perfeitos, está aprendendo bem.
__ Eu ia pegar uma mina já no papo, amiga desta mas essa deu sopa primeiro.
__ Hoje vai ser o bicho.
Eu escutava desesperada. O que será que eles iam fazer comigo. O outro se despiu na minha frente, para que eu pudesse ver seu membro descomunal, apesar de baixo, mas baixo que eu até ele tinha um pau maior e mais grosso que o de Rafael. Ele veio e também me bateu com o cinto. Rafael armou umas três câmeras que o outro havia trazido. Enquanto ele preparava tudo o recém-chegado castigava mais minha bunda e também batia nos meus seios dizendo que deviam estar com o bico duro. Rafael se aproximou e falou em meus ouvidos.
__ Você só sai hoje daqui se fizer direitinho tudo que a gente quiser. Depois se abaixou e pôs-se a chupar meu sexo. Dava lambidas fortes e enfiava a língua no meu clitóris, tentando talvez me excitar. Eu não sentia nada, somente dor. O outro trouxe dois pregadores de ferro, abriu e os fechou perto dos meus olhos, pelo que ele falou antes já imaginava o que ele ia fazer com aquilo. Deu um apertão nos meus seios, puxou meu mamilo esquerdo e colocou o primeiro prendedor, lágrimas escorreram dos meus olhos. Rafael nessa hora estava ocupado lambendo minha vagina. ele tentou abri-la com os dedos quando seu amigo colocou o outro prendedor, balançando-os juntos e que doeu muitos pois era pesados. Quando ele soltou o peso puxou meus mamilos para baixo.
__ Olha isso aqui César, a puta ainda é virgem!
__ Mostra aqui.
O Outro abriu ainda mais minha vagina, senti força pela abertura meu lacre. Ele olhou bem fundo e voltou com um sorriso de orelha a orelha.
__ É Mesmo, a puta é virgem. Quer dizer que vamos ser os primeiros da cadelinha é?
Não fiz nada. Rafael puxou meus cabelos com força pra trás me fazendo olhar no fundo os seus olhos enfurecidos.
__ Quando perguntarmos algo dê seu jeito de responder está entendendo?!
Eu acenei com a cabeça. Meus mamilos doíam, minha bunda estava ardida e os vergalhões latejavam sobre meu corpo. Aquilo ainda não era nada. Eles desamarraram meus punhos e a primeira coisa que fiz foi tentar tirar aquele maldito prendedor que tanto me incomodava. Fui advertida com o cinto no lombo.
__ Não tire isso, sua vadia desobediente, ou obedece a gente ou vai apanhar até aprender.
Chorei muito. Já estava toda babada pela bola, meu queixo já tinha se acostumado. Fui trazida para o centro da sala. fiquei de joelhos, Rafael me colocou uma coleira que tinha uma corrente presa junto a ela, onde estava escrito exatamente assim: "Sr. Rafael".
__ Mandei fazer exatamente no tamanho do teu pescoço. Isso mostra que és minha escrava.
Ele disse escrava, meu Deus estava perdida e não soube o que fazer. Ele tirou a bola da minha boca e eu fiquei em silencio massageando minha mandíbula amortecida. Ele veio querer me beijar mas eu virei o rosto. Ele ficou tão bravo que me pegou pelos cabelos, com sua mão forte e me arrastou a porta me colocando pra fora. Depois trancou a porta. Eu estava fora e nua. Tirei os prendedores e tentei tirar a coleira, só que estava presa e ao que parecia só se abria com a chave, estava apertado. Agora estava com medo de alguém aparecer e me ver daquela forma, sem roupas e usando uma coleira. Bati na porta.
__ Quem é?
Eu não sabia o que responder. Limitei-me a bater de novo.
__ Quem é?
__ Sou eu.
__ Eu quem?
__ Você sabe.
Não houve resposta. Já estava desesperada com medo de alguém aparecer, lembrei do que estava escrito em minha coleira.
__ Sou eu Sr. Rafael, a Daiane.
A porta se destrancou.
__ Hora, eu não te mandei embora o que ainda faz aqui?
__ Minhas roupas, me devolva que tudo ficará aqui, eu só te peço isso. Juro que não conto pra ninguém mas não me deixa ficar nua aqui fora.
__ Aqui você não entra mais, a não ser que concorde em me obedecer em tudo.
Naquele momento ouvi passos na escada tinha gente vindo, não tive outras escolha e acenei que sim com a cabeça.
__ Eu não ouvi resposta nenhuma - falou mais alto Rafael.
__ Eu Aceito, me deixa entrar por favor.
__ Só entra em minha casa se vier de quatro e antes tem de beijar meus pés.
Os passos estavam cada vez mais próximos. Eu instantaneamente me abaixei como ele ordenou e beijei seus pés.
__ Não é assim que se beija os pés do seu Senhor.
Eu implorei dando verdadeiros chupões em seu pé sujo e suado. - Eu imploro meu... Senhor... deixa tua cadelinha entrar...
Quando ouviu isso ele me puxou de voltar pelos cabelos e eu quase caiu de bruços no chão. Os dois riram de mim.
__ A partir de Agora se tu me desobedecer eu vou te botar pra fora e tu vais ter que voltar pra casa nua do jeito que veio ao mundo. São quantos quilômetros? Como vai apanhar o ônibus?
Estava nas mãos deles, não podia ir embora do jeito que estava e ficar significaria sofrer horrores. Era tudo parte da tortura psicológica para me dominar e me humilhar ainda mais. Rafael apertou mais minha coleira. Disse que eu havia afrouxado lá fora, tive de ir lá de novo para pegar os prendedores que eu havia deixado no chão. Sempre ia de quatro e levando uma surra de cinta do outro, o baixinho que gostava de bater muito em minha bunda. Rafael foi quem colocou em meus mamilos. Apertando ainda mais. Fui até o centro da sala, onde podia ver as três câmeras me filmando em um angulo diferente.
Rafael se sentou no seu sofá e me puxou pela corrente:
__ Chupa meu pau cadela.
__ Mas eu nunca fiz isso, por favor...
Calei com outra cintada.
__ Por acaso é assim pra responde a mim?
Baixei a cabeça e respondi: - Não Senhor.
Me aproximei devagar. Impaciente, Rafael me agarrou pelas orelhas e enfiou seu pau na minha boca. Era grande, tinha a cabeça igual a um cogumelo enorme, tinha de abrir a boca mais do que quando estava com a bola nos lábios. O outro veio por trás e começou a lamber meu buraquinho apertado. Eu não podia reclamar de nada ou então o Rafael me colocaria para fora. Me concentrei em chupá-lo. Por causa da minha inexperiência. Ele cadenciava a minha boca conforme queria, metia bem fundo, tocando a minha garganta, Foi quando eu senti o outro enfiando dois dedos no meu cuzinho. Eu me retrair e tirei tanto o pau do Rafael de minha boca quanto o dedo do outro. Fui advertida com um tapa ardido na bunda e outro na cara. Pedi perdão e continuei a chupar. Agora o outro mexia seus dois dedos alargando um pouco meu buraco. Lágrimas já escorriam a vontade de meus olhos banhando o pau de Rafael com lágrimas e saliva. O outro me segurou com as duas mãos e eu já sabia o que me esperava. O outro cuspiu na entrada da minha bunda e eu senti escorrer pra dentro. continuava chupar um pau quando meu mestre me alertou:
__ Ele só gosta de comer o cu, se gritar ou de alguma forma tentar impedi-lo, ou ainda parar de me chupar você vai embora entendeu?
__ Sim senhor - respondi parando por um momento de chupar para responder do modo devido mas logo voltei a obedecer as ordens. Com as duas mãos o outro me abriu o quanto pôde e começou a enfiar. Nunca senti uma dor tão forte, o pau do baixinho era muito grande e grosso. Ia me rasgando e por mais que ele tentasse meu buraco minúsculo não sedia. Mas isto não o fez desistir só lhe deu mais vontade. Rafael ordenou que eu o chupasse para que ficasse mais perto. Assim o fiz, Tentei enfiá-lo em minha boca mas também não cabia. Abri o quanto pode e o outro amigo de Rafael começou a fuder com minha boca, na certa imaginando que era meu cuzinho, engasguei diversas vezes e enchi seu pau de saliva.
__ Vira-te de quatro de novo, Cadela.
Fiz como ordenado e dessa vez não havia o pau de Rafael para evitar meus gritos. Ele enfiou lentamente em mim, apreciando cada centímetro que afundava. Eu gritava, não conseguia suportar tanta dor.
__ Por favor, eu imploro, Sr Rafael, manda ele parar, não deixa ele fazer isso comigo.
A única misericórdia de Rafael fora seu próprio pau dado para que eu não gritasse tanto. Agora além de suportar a dor tinha de me concentrar para não morder o pau de Rafael, se o fizesse estaria mais perdida do que nunca.
O amigo de Rafael chegou até o talo, senti seus testículos batendo em minha bunda vermelha. Eu chupava descontroladamente para tentar amenizar a dor, o outro metia e enfiava feroz, tinha vezes que chegava a sair mas ele depois metia de novo. Não sei quanto tempo passei assim. Ele me levantou pelas suas pernas, segurando nas minhas coxas, eu tive de me esforçar para me manter chupando, com as mãos no chão para não cair. Aquilo incitou mais Rafael que se sentou com embaixo de mim e ficou metendo e tirando seu pau, até passar minha goela.
Fui comida por trás pela primeira vez por um completo desconhecido, aquilo consumia meu coração enquanto agüentava aquelas estocadas que me tiravam sangue. Ele me virou de outra posição. Se deitou e ordenou que eu sentasse no seu pau mas ficasse de frente para Rafael. Eu fui cumprir a ordem quase esquecendo que deveria responder: "Sim, senhor" a qualquer ordem, o que me custou mas alguns tapas antes de o fazer. Eu sentei, seu pau entrou mais fundo, não me fora permitido apoio algum. Eu fiquei bem aberta para o Rafael que não perdeu tempo e foi pra cima de mim. Tirou os meus pés do chão abrindo mais minhas pernas e me perguntou:
__ Foi assim que imaginou sua primeira vez? Com um pau no cu e fazendo DP, hein cadela?
__ Não senhor. - Eu respondi e chorei por que ele enfiou tudo de uma só vez, sem tempo de preparações com qualquer coisa do tipo. Senti-o no fundo e uma pressão indescritível dentro de mim. Meu corpo suportava dois paus imensos.
Meteram em mim naquela posição por mais ou menos meia hora.Fiquei anestesiada e gemia alto de dor. escorria sangue de meus dói buracos e Rafael apertava os prendedores em meus seios e beijava-me a boca, eu tive de corresponde-lo entre gemidos. Ele explorava minha língua assim como estavam explorando meu corpo. Os dois gozaram juntos. Rafael em minha buceta e o outro no meu cu. Fui assim liberada e cai no chã completamente arrombada.
O outro cuspiu em minha cara e me disse:
__ Seu cu foi o melhor que já comi. Tu é muito gostosa.
Rafael me puxou pela coleira para que eu limpasse seu pau. O fiz e quanto limpava cada centímetro o outro se vestiu e se despediu dizendo:
__ Vou gravar e editar essas cenas. Depois eu volto com teu resultado.
Tudo era gravado e agora teria uma fita, um filme comigo sendo arrombada. Eu estava em poder de Rafael e enquanto chupava seu pau grosso e grande me dava conta disso.
Seu pau ficou rijo logo, fui levada ao sofá onde deitei colando bem meu corpo junto ao dele, abri minhas pernas sem que ele precisasse me ordenar o que me levou a ser premiada.
__ Muito bem cadela, está começando a aprender que tem de abrir ao máximo pra mim.
Eu de lado empinei mais ainda a bunda e abri o que pude as pernas e novamente Rafael estava me comendo a buceta. Ele tirou os prendedores e beliscava, acariciava meus seios. Eu virei o rosto para que ele pudesse explorar mais minha língua, o movimento de seu pau imenso dentro de mim estava começando a me estimular, sentia um fogo crescente que nunca havia sentido. Eu só pensava em obedecer.
Fui comida mas quatro vezes depois dessa. Rafael era incansável. Gozou na minha boca me obrigando a beber seu leite que eu já não recusava. Quando deu 18h00min ele me liberou e eu me vesti sem ousar sair da presença dele para isso.
__ Quem diria, para uma recatada puta até que você fode bem.
__ Obrigada Senhor!
Respondi e me ajoelhei. Eu iria ser submissa para evitar que meu suplicio caísse no conhecimento de todos. Imaginei antes dessa decisão meu pai tendo um infarto com o filme e meus familiares me rejeitando. Até que resolvi tomar a postura de escrava como fui. A escrava do Sr. Rafael. Já vestida e toda dolorida ele me disse que não iria tirar a minha coleira, somente a corrente. Deveria usar como um cordão. Me deu instruções para que voltasse lá todos os dias depois da aula, a tarde. Eu concordei com tudo.
__ E não usarás mais cacinha está entendendo?
__ Sim senhor.
__ Agora vá embora cadela, chô.
Eu beijei seus pés e me dirigi de quatro até a porta, ele abriu e me deu um ponta-pé na bunda depois fechou a porta. Eu me encaminhei para a rua toda arregaçada. Cheguei em casa e meus pais ainda não tinham chego do trabalho. Tomei um longo banho e chorei o resto daquela noite.
No proximo conto continuo contando meu relacionamento com meu mestre Rafael.

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