terça-feira, 20 de outubro de 2015

Prostituindo Sandrinha: A dúvida e o Homem que Bebia Porra (PARTE 2)

Copiado do blog da baronesa - Fêmea Infiel.

"Segue mais uma parte do relato de Sandra com seu noivo. O texto é dela, adaptado por mim Baronesa. Mas, segundo ela e o que constatei em parte, é verdade.





Eu às vezes pensei em parar com tudo isso. A brincadeira do meu noivo começou a ficar meio tensa alguns momentos, e eu cheguei a ter medo. Comecei a perceber que nem a prostituição profissional é tão trabalhosa e arriscada como eu estava fazendo de jeito amador. Tudo bem que eu não tenho a perfeição de corpo dessas meninas que trabalham nas boates, nem sei dançar direito. Sou de jeitão mais nerd, uso óculos, tenho bunda um pouco grande. Mas sei que sou bonita e atraente, sabe. Meus seios como a maioria das mulheres sonham. Sei que podia ser mais que isso.


Homens estranhos, alguns até idosos, parecendo meu pai, ofegantes, ali entre minhas pernas, fazendo rápido para pagar menos. Dando 50, 100 reais pro meu noivo na entrada ou na saída, sem nem olharem direito na minha cara. Teve um momento, numa dessas vezes, que eu quase desisti. O homem terminou de fazer, em cima do colchão no meio da sala, chupando minha orelha, com cheiro de cigarro, e levantou. Eu fiquei como estava, nem fechei as pernas, cobrindo o rosto com as mãos. Ele levantou e saiu. Vi ele rindo quando pagava meu noivo, e a porta bater quando ele saiu. Não me mexi. Eu estava pronta pra dizer que não queria mais aquilo.

Meu noivo parou em pé ao meu lado, e descobri o rosto. Ele tava com um sorriso lindo, e me disse: como te amo!


Eu fiquei feliz, mas queria dizer a ele, então falei: Amor, queria pedir uma coisa. Mas ele não me deu tempo, veio e se deitou entre minhas pernas, e me beijou como nunca antes. Estava muito excitado, me penetrou fácil, me comeu até gozar forte, dentro. Dizendo que me amava muito. Eu me derreti toda, quase chorei, era muita coisa ao mesmo tempo acontecendo, e ao mesmo tempo eu me sentia muito feliz e amada. Então ele começou a tirar o pinto já amolecendo de dentro de mim, com muito cuidado, e espremendo com os dedos. Quando fui me levantar, ele me segurou deitada, e disse: só um pouquinho, espera. Levantou e foi quando vi que tinha ainda um homem sentado na varanda, que eu nem tinha visto chegar enquanto fazia com o tiozão que chupava minha orelha. 


O homem veio trêmulo. Jovem, uns 30 anos, carinha de bom moço, rosto liso e bem branquinho, de bochecha rosada. Perguntou: Posso? Meu noivo apontou, e disse, sim, pode, vai. Ele se ajoelhou no meio das minhas pernas e começou a beijar minha xana. Tremia muito, suspirava, quase gemendo. Demorou a achar uma posição. E ficou chupando de tudo que era jeito que podia a porra do meu noivo, Chupou tanto que cheguei a ficar inchada, Me pediu pra acocar em cima da cara dele pra escorrer tudo, mas não escorreu muito, ele já tinha chupado tudo. Ele começou a bater punheta e gemer forte. Me ajeitei pra comer a chupar ele, pra ajudar, e meu noivo me segurou, fazendo que não com o dedo. Esperei. O rapaz, meio gordinho, estremeceu todo, e ejaculou gemendo forte. 


Bem nessa hora, meu noivo disse pra mim ir pro quarto rápido e esperar lá. Eu fui, achando aquilo meio estranho. Mas depois meu amor me explicou que conversou muito com esse rapaz, e ele disse que depois que gozava sentia nojo da mulher, ficava com vergonha e sem jeito. Preferia que eu saísse sem nem olhar pra ele. Ele pagou muito bem pra gente, só pra poder tomar porra. Eu fiquei impressionada, mas eu gostei muito. Senti algo bom naquilo, mais do que nas outras coisas até. 

Logo que o rapaz foi embora, meu noivo olhou pra mim cheio de orgulho e amor nos olhos. Me perguntou o que eu ia dizer aquela hora, antes de ele fazer amor comigo. Pensei um pouco se dizia ou não. E resolvi pedir: Amor, se marcar algo pra amanhã com outros clientes, marca só anal. Minha pepeca tá muito assada. Ele só concordou. E fomos pro banho.















Sandra (Porto Alegre/RS  (embuscadealgomais@hotmail.com) "







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